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sábado, 29 de janeiro de 2011

Barco

Meu coração vagueia num barco à vela
Sem rumo ou destino
Sente-se tão sozinho, tão pequenino
Na proa leva os sentimentos
Na ré as desilusões
E no balançar
das ondas
encontra desejos, medos, frustações
E a forte ânsia de amar.
Lá longe, no horizonte,
vislumbro a miragem do teu olhar terno e doce enrolado nos nossos beijos...
Ah! Que saudades efémeras...
Por mim, podias pegar de fronte,
o humilde leme da minha vida e fazer dela, algo bonito, maravilhoso e fofo, como um simples boneco de peluche.
Mas, ao avistar
na outra margem,
Terra,
olho p'ra a minha mão direita e
não vejo...a rapariga que eu era.




Cristina Espalha
Junho.2008

Preguiça

Olho para a rua, da janela do meu quarto, vejo este tempo incerto, ora faz sol, ora desata a chover "a cântaros" e não tenho vontade em me levantar, ou de sequer saír de casa.
Estou com a chamada preguicite aguda.  ;-) LoL
PREGUIÇA, quem é que nunca a teve?!
Sabe-me bem estar no quentinho das mantas a repousar o corpo do stress e da agitação quotidiana, ver um pouco de televisão e depois apagar por completo, tal e qual como as lâmpadas quando se fundem. PUFF!!! (do tipo, já foste! eheheheh)
Sabe-me bem estar um dia que seja, sem nada fazer, muito embora haja sempre o que fazer.
Queria dormir, meus olhos ardem, tenho sono, sinto o meu corpo a amolecer, a pedir cama, mas não posso. Não seria correcto da minha parte dormir, quando todos estão acordados.
O que pensariam eles??
Lá terei de fazer um esforço de não cambalear e de me mostrar bem disposta e activa. Que remédio!!
Pode ser que daqui a umas horas, ainda acordada, desperte e resolva pôr término ao livro que estou a ler.
Depois deste, já só faltam mais quatro...   :-s



Cristina Espalha
29.Janeiro.2011

Nascimento

Tive a alguns dias atrás conhecimento que uma das minhas amigas de infância, já casada, teve a sua primeira filha, sim, uma menina - de seu nome - Inês.
Nasceu dia 8 de Dezembro, muito embora o parto tenha sido programado para dia 5 ou 6 desse mesmo mês. Segundo soube o parto correu bem. Ambas estão em casa e a desfrutarem da companhia dos familiares.
Estou feliz por ela!
Era para ter ido vê-la ao hospital, acontece porém que, o meu número de telemóvel já não é o mesmo, logo a mensagem foi dirigida para o vazio. Lol
Já tratei de enviar o número correcto através da mãe.
Realmente não há nada que dê maior alegria que uma criança.
Agora aguardo (im)pacientemente por um telefonema para poder ir ver a pequerrucha.
ADORO crianças, principalmente quando são bébés! Talvez seja o meu relógio biológico a falar mais alto... ;)


Cristina Espalha
29.Janeiro.2011

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

"O mistério da manteiga desaparecida"

Caros amigos, leitores do meu blog, deixo-vos um excerto do recente livro que estou a ler, intitulado de "Por que é que os homens nunca ouvem nada e as mulheres não sabem ler os mapas de estradas", de Allan e Barbara Pease, que elucida muito bem que os homens não veêm nada, até quando as coisas estão mesmo à frente dos olhos. Espero que gostem:

"NÃO HÁ MULHER QUE, pelo menos uma vez na vida, não tenha já tido uma conversa como a que se segue, com um homem plantado em frente de um frigorífico aberto.

Bruno: «Onde está a manteiga?»
Marta: «No frigorífico.»
Bruno: «Estou a olhar lá para dentro mas não vejo manteiga nenhuma.»
Marta: «Mas está lá. Arrumei-a há dez minutos!»
Bruno: «Não. Com certeza que a puseste noutro sítio. Não encontro nem sombra de manteiga neste frigorífico!»

Nesta altura, Marta entra na cozinha, estica o braço para o frigorífico e, como que por magia, surge um pacote de manteiga.
Os homens que não estejam habituados a este tipo de situações, acham que se trata de um subterfúgio e acusam as mulheres de esconder tudo nas gavetas e nos armários. Meias, sapatos, roupa interior, compotas, manteiga, chaves do carro, carteiras - e contudo, está tudo lá. Simplesmente eles não conseguem ver. Como dispõem de um grande ângulo de visão, as mulheres podem, mesmo sem mexer a cabeça, ver tudo, ou quase tudo, o que está dentro de um frigorífico ou de um armário. Os homens, mexem a cabeça da esquerda para a direita e de cima para baixo, à procura do objecto «dado como desaparecido».
Esta diferença de visão tem implicações importantes em todos os aspectos da nossa vida. As estatísticas dos seguros automóveis, por exemplo, mostram que é menos provável uma condutora ver-se envolvida num acidente ocorrido num cruzamento do que um condutor. A sua visão periférica mais ampla permite-lhe ver os carros que aparecem de lado. Em contrapartida, é mais provável a mesma condutora sofrer um choque por trás ou pela frente, quando está a arrumar o carro, na medida em que esta operação põe em jogo as suas capacidades espaciais menos desenvolvidas.

A vida de uma mulher torna-se muito menos tensa, a partir do momento em que ela compreenda os problemas que os homens têm para ver as coisas de perto. Quando uma mulher diz a um homem «está dentro do armário», é menos angustiante para ele acreditar nela e continuar à procura."

É caso para perguntar: Onde está a manteiga?? (em vez de, "Onde está o Wally?")
Só tenho uma palavra para isto LOOOOOOOOOOOOOOL



Cristina Espalha
25.Janeiro.2011

O Frio e os Livros

Sinto um frio gélido, cortante, que vai subindo desde os meus dedos dos pés até à pontinha dos cabelos...
O meu amigo cobertor em parelha com o aquecedor, resolveram meter greve, como sinal de protesto, por não lhes dar a devida atenção ao longo do ano, ou talvez apenas, pelo descontentamento perante as eleições presidenciais.
Simplesmente não sei!
Aqui, sentada no sofá, a tremer de frio, vou escrevendo estas linhas, com esperança de que, com o exercitar dos dedos, possa gerar uma onda de calor em todo o meu corpo.
Enquanto isso não acontece, vou relembrando a minha, já ansiosa, ida à biblioteca hoje de manhã, e as cinco leituras por mim impostas, que requisitei.

Que saudades tinha daquele ambiente estudantil, calmo e silencioso...

Espero que este meu impulso repentino, que à muito havia perdido, permaneça de forma a enriquecer e proporcionar-me horas e horas entretida a devorar tantas palavras de uma só vez.


Cristina Espalha
20.Janeiro.2011

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Passado, Presente, Futuro


Nas páginas já rasgadas
de um livro cheio de pó
escrevo a carvão
as minhas tristes palavras em vão:
Não quero sentir-me só,
mas também não quero
continuar assim.
Por favor...Deus, cuida de mim!
Por entre gatafunhos e emendas,
Abençoa-me.
Por entre lágrimas derramadas de dor, 
Protege-me.
Tráz-me à lembrança o que fui
apaga o pano roto que hoje sou.
Transforma-me apenas no que serei...
Quero que ele sinta p'la tua mão
Porque é que eu nunca o deixei.


Cristina Espalha
11.Setembro.2007

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Anedota

Hoje apetece-me deixar-vos aqui uma anedota que acho piada, lembro-me da primeira vez que a li, desatei a rir que nem uma doida, mas foi espectacularmente BOM. Aqui fica então:



"Um bêbado entra num café e pede 3 cafés.
O empregado admirado pergunta-lhe:

- 3 cafés??????

- Sim, diz o bêbado. Um para mim, outro para ti e outro para a p……da tua mãe!

O empregado com vontade de esganar o bêbado lá lhe serve os cafés.

No outro dia a cena repete-se, só que o empregado sai de trás do balcão e dá uma sova ao bêbado.

No dia seguinte, o bêbado ainda mal recomposto, volta a entrar no café e perante um sorrisozinho trocista do empregado pede 2 cafés. 
Diz o empregado: ah, hj são só 2. 

Responde o Bêbado: sim, um para mim e outro para a p……..da tua mãe. Para ti não porque o café altera-te os nervos."



Cristina Espalha
18.Janeiro.2011